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Hoje, a história é sobre outro acessório indispensável na vida das mulheres nos dias de hoje. Como vocês já podem ir imaginando, é sobre a bolsa que nós vamos falar!

Não existe na história, referências de como teria sido a primeira bolsa. Mas desde o início dos tempos, quando os povos primitivos mostravam os acontecimentos por meio de pinturas rupestres, havia pinturas com imagens femininas com bolsa pendurada no braço.

As bolsas ficaram conhecidas como relicários por armazenar peças preciosas durante o século XV , onde eram usadas para carregar complementos indispensáveis aos hábitos da época. Mas para explicar melhor como eram as bolsas antigamente, vamos fazer uma retrospectiva?

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Séculos XVIII e XIX

Transportava-se o dinheiro e algumas pequenas peças preciosas em pequenos bolsos internos costurados nas roupas. Na virada do século, as roupas perderam o excesso e, assim, não comportavam mais bolsos internos, surgindo então as bolsas de tecidos bordadas à mão.

Eram as chamadas “reticulés”.

Século XX

Desde o início do século, a bolsa já era tratada como um acessório obrigatório, tendo já se transformado em um importante bem de consumo.

Traz formas e materiais variados e sofistica-se o seu processo de confecção. O design se aprimora e cria-se compartimentos para moedas, cartões de visita, canetas, perfumes, etc.

Em 1929, Coco Chanel faz uma bolsa para se usar a tiracolo.Em 1932, Louis Vitton cria a bolsa “Noé”, a pedido de um produtor de champagne que pretendia carregar cinco garrafas na mesma bolsa.No anos 50, 60 e 70, os materiais alternativos passam da rigidez para a liberdade.Fendi, Dior, Prada, Biba, Chanel e outras começam a mostrar suas marcas nos anos 90. Nos anos 2000, a moda sintetiza-se em “be yourself”, refletindo a personalidade de quem usa esse acessório.

Sempre, o importante era mostrar a personalidade da pessoa, no tipo de bolsa escolhida!

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Vocês já conheciam a história da bolsa?

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