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Não, esse não é um texto sobre conto de fadas, ou sobre como os príncipes e as princesas são felizes para sempre.

Eu estava assistindo ao episódio em que um dos meus casais favoritos de todos os tempos terminam, e eu chorei. Eu chorei, porque eu descobri que no fundo, eu ainda acredito no romance. Que mesmo tentando ser racional, fria e sem sentimentos, eu ainda espero e acredito no amor. E mesmo as séries começando a se tornarem realistas, mostrando que não existe “felizes para sempre” por que ainda acreditamos nisso?

Seria tão mais fácil se nunca tivessem criado a ilusão dos contos de fadas, do príncipe encantado, não é mesmo? Assim nunca precisaríamos imaginar e esperar e quebrar a cara com o que acontece na realidade. Não que finais felizes não possam acontecer, mas nada parecido com o que nos foi ensinado desde crianças.

Mas qual é o ponto, afinal, desse texto? Acreditar em finais felizes? Ou acabar com essa ilusão de vez?

Talvez encontrar um meio termo para tudo isso seja a resposta certa. Nada ao extremo faz bem. E a felicidade vem para cada um de uma forma diferente, de maneira e com proporções diferentes.

No seriado que eu assistia, meu casal terminou porque ele a enganou. E apesar de parecer ser o fim do mundo, a felicidade pode estar ali, naquele acontecimento, pronta para aparecer, não é mesmo? Não adianta apenas querer a felicidade do outro, se nada do que está acontecendo faz você feliz.

Eu chorei, porque eu descobri que no fundo, eu ainda acredito no romance. E qual é o problema em acreditar nisso, afinal?

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